Começo este post por pedir desculpas aos leitores por ter "falhado" o utlimo jogo para o campeonato onde recebemos e despachamos o Leixões com uns expressivos 5-0 sem espinhas! Apesar de muitos as quererem arranjar... as espinhas...
Não sou muito dado a entrar em polémicas, mas começa a ser dificil não o fazer, mas ninguém falou no facto de o Sportém acabar o jogo com 9??? Num clássico??? Só interessa o Leixões ter dois jogadores expulsos e justamente expulsos??? Não me lixem!!! Estas coisas revoltam-me!
Quanto ao jogo com o AEK tudo é facilmente resumível a uma noite NÃO do Benfica. A primeira parte foi para esquecer, não acertávamos passes, as movimentações que tanto caracterizam esta equipa foram totalmente inexistentes e o perigo que nos vínhamos habituando a sentir quando o Benfica ataca ficou em Lisboa. O ritmo de jogo foi baixíssimo, quase deu para embalar e a vontade e o querer, cunho de Jorge Jesus, ficaram igualmente em Lisboa, ou pelo menos no balneário. Isto porque para a segunda parte a historia foi diferente. Ou pelas palavras de Jorge Jesus no intervalo, ou pelo golo do AEK que fechou a primeira metade, o certo é que as coisas na segunda parte começaram com outra "alegria".
Essa alegria estendeu-se ao longo da segunda parte, mas nunca atingindo os níveis a que nos tem vindo a habituar esta equipa. Isto aliado a uma Super-Guarda-Redes adversário e a uma noite MUITO desisnpirada de todos os elementos que pisaram o terreno de jogo resultou num jogo irritante para os adeptos Benfiquistas, que foram transportados para um qualquer jogo da era Quiqui das Flores... o que subitamente causou um pânico geral!!!!
Defendo que é nestas alturas que devemos apoiar o Benfica, e não afastar-mo-nos, é nestas alturas que a onda vermelha deve crescer e fazer sentir à equipa que estamos com eles até ao fim.
Errar é Humano, e esta noite é algo que os adeptos e equipa devem apagar da cabeça rapidamente, sem esquecer as lições que dele se devem retirar! E para isso peço uma nova enchente em Paços, afinal de contas são apenas 700km ir e vir, para quem como eu, vai de Lisboa apoiar o Clube que me dá alegrias como mais nada na vida. Vamos apoiar o Benfica... Vamos a Paços!!!
FORÇA BENFICA!!!
EU VOU LÁ ESTAR por ti ....
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sexta-feira, 2 de outubro de 2009
sexta-feira, 18 de setembro de 2009
BENFICA - BATE Borisov
Muitos consideram que este jogo do Benfica deixou a desejar, ou que não jogámos tanto como em outras ocasiões. Pois eu fiquei muito satisfeito pelo que vi ontem no Estádio da Luz.
Comecemos pelo treinador, finalmente um treinador que tem a confiança suficiente para colocar de inicio um jovem acabado de chegar a Portugal, um daqueles que muitos pensavam ser mais uma eterna promessa como nos vínhamos habituando nos últimos anos, e que bem que o Filipe Menezes se portou!
O Benfica, apresentou-se com uma equipa bastante mudada, começando pela baliza onde surgiu a primeira novidade: Júlio César no lugar de Quim.
No quarteto defensivo não se mexe no eixo, mas nas laterais Jorge Jesus aproveitou para dar minutos a César Peixoto e a Maxi, regressado de lesão.
No meio campo Javi Garcia (El Toro) que já é patrão do lugar com todo o mérito, na direita o inesgotável Ramires, e na esquerda o talento de Di Maria compunham a espinha dorsal da equipa. O papel de criativo foi deixado a Filipe Menezes, que não desiludiu e até mostrou muito bom toque de bola.
Finalmente na frente de ataque foi dado descanso a Saviola, e surgiram Cardozo e Nuno Gomes.
Realmente o Benfica jogou de forma diferente, não tão espectacular, mas os jogadores em campo não poderiam de todo ter o entendimento que a "primeira equipa" já vai tendo. também as características de cada um não são iguais, a começar em Aimar-Menezes que pouco se assemelham. Aimar gosta de levar a bola no pé e avançar no terreno para construir, Menezes é um jogador que solta mais cedo a bola e algo mais lento.
Nuno Gomes, à semelhança de Saviola é um jogador muito irrequieto, dando constante trabalho na frente de ataque, mas esses mesmo movimentos são bem diferentes.
Ainda assim a marca de Jorge Jesus esteve bem patente, com o Benfica a entrar pressionante e com vontade de marcar cedo. O jogo ia decorrendo mas o golo teimava em não chegar, o brilhantismo a que nos estávamos a habituar não aparecia e o Benfica canalizava demasiado o jogo pelo centro do terreno.
Somente no ultimo quarto de hora voltamos a insistir um pouco mais nos flancos e começaram a aparecer os suspeitos do costume: Di Maria, Ramires e Maxi.
Foi exactamente o Maxi que arrancou o cruzamento, depois de um excelente trabalho na direita, que encontrou Nuno Gomes no coração da área que só teve de dominar (e bem) e mete-la lá dentro. Estavam passados 35 minutos.
Cinco minutos volvidos e novo golo para o Benfica, novamente os dois obreiros do primeiro golo, com Maxi a tocar a bola para Nuno Gomes, este de primeira dá para Cardozo que não falha!
O Benfica ia para o intervalo mais descansado, enquanto a festa continuava nas bancadas.
A segunda parte começou com o ímpeto com que se concluiu a primeira, com o Benfica a dispor de variadíssimas ocasiões para golear novamente, mas acabando por não concretizar nenhuma; a mais escandalosa a de Nuno Gomes que após enorme trabalho de Di Maria deixou a bola passar-lhe entre as pernas isolado na cara do guarda-redes adversário.
Apesar das habituais substituições, o Benfica limitou-se a gerir o resultado que tinha conquistado, podia ter sido bem mais dilatado face à diferença de qualidade expressa em campo e à quantidade de ocasiões. Nota apenas para Coentrão que entrou com a já habitual vontade, mas desta vez não dinamizou o ataque Benfiquista como em outras ocasiões.
Notas de destaque vão para David Luiz, enorme, começo a ter dificuldades em encontrar maneira de definir este jogador!!! É impressionante como está em todo o lado, como corta a bola constantemente com classe e o empenho que mete em cada jogo!!! Uma vez mais, dos melhores em campo, e hoje talvez mesmo o melhor! Muito positivo também Di Maria, quando conseguia estar em jogo era absolutamente avassalador. Ramires não sabe jogar mal, e garante empenho, velocidade na transacção para o ataque e empenho absoluto de inicio a fim. Finalmente uma nota menos positiva novamente para César Peixoto, que depois do Restelo continua sem convencer notando-se a diferença para o resto da equipa. Neste momento aquele lugar tem dono, e é o Shaffer.
Apreciação global do jogo muito positiva, já que poupamos os jogadores que realmente nos permitem fazer a diferença e ainda podemos observar "os novos" a darem boa conta de si; como já referi destaque total para Filipe Menezes, mas tambem bom jogo de Júlio César que não acusou o peso da camisola nem a "tremideira" do primeiro jogo.
Assim sim, temos equipa! e opções válidas como hoje ficou provado. Há quanto tempo não se via um Benfica a ganhar confortavelmente com as primeiras escolhas a descansar? Parabens JJ!
Domingo, uma vez mais, nova romaria até Leiria para ver o Maior Clube do Mundo: EU VOU LÁ ESTAR
FORÇA BENFICA
Comecemos pelo treinador, finalmente um treinador que tem a confiança suficiente para colocar de inicio um jovem acabado de chegar a Portugal, um daqueles que muitos pensavam ser mais uma eterna promessa como nos vínhamos habituando nos últimos anos, e que bem que o Filipe Menezes se portou!
O Benfica, apresentou-se com uma equipa bastante mudada, começando pela baliza onde surgiu a primeira novidade: Júlio César no lugar de Quim.
No quarteto defensivo não se mexe no eixo, mas nas laterais Jorge Jesus aproveitou para dar minutos a César Peixoto e a Maxi, regressado de lesão.
No meio campo Javi Garcia (El Toro) que já é patrão do lugar com todo o mérito, na direita o inesgotável Ramires, e na esquerda o talento de Di Maria compunham a espinha dorsal da equipa. O papel de criativo foi deixado a Filipe Menezes, que não desiludiu e até mostrou muito bom toque de bola.
Finalmente na frente de ataque foi dado descanso a Saviola, e surgiram Cardozo e Nuno Gomes.
Realmente o Benfica jogou de forma diferente, não tão espectacular, mas os jogadores em campo não poderiam de todo ter o entendimento que a "primeira equipa" já vai tendo. também as características de cada um não são iguais, a começar em Aimar-Menezes que pouco se assemelham. Aimar gosta de levar a bola no pé e avançar no terreno para construir, Menezes é um jogador que solta mais cedo a bola e algo mais lento.
Nuno Gomes, à semelhança de Saviola é um jogador muito irrequieto, dando constante trabalho na frente de ataque, mas esses mesmo movimentos são bem diferentes.
Ainda assim a marca de Jorge Jesus esteve bem patente, com o Benfica a entrar pressionante e com vontade de marcar cedo. O jogo ia decorrendo mas o golo teimava em não chegar, o brilhantismo a que nos estávamos a habituar não aparecia e o Benfica canalizava demasiado o jogo pelo centro do terreno.
Somente no ultimo quarto de hora voltamos a insistir um pouco mais nos flancos e começaram a aparecer os suspeitos do costume: Di Maria, Ramires e Maxi.
Foi exactamente o Maxi que arrancou o cruzamento, depois de um excelente trabalho na direita, que encontrou Nuno Gomes no coração da área que só teve de dominar (e bem) e mete-la lá dentro. Estavam passados 35 minutos.
Cinco minutos volvidos e novo golo para o Benfica, novamente os dois obreiros do primeiro golo, com Maxi a tocar a bola para Nuno Gomes, este de primeira dá para Cardozo que não falha!
O Benfica ia para o intervalo mais descansado, enquanto a festa continuava nas bancadas.
A segunda parte começou com o ímpeto com que se concluiu a primeira, com o Benfica a dispor de variadíssimas ocasiões para golear novamente, mas acabando por não concretizar nenhuma; a mais escandalosa a de Nuno Gomes que após enorme trabalho de Di Maria deixou a bola passar-lhe entre as pernas isolado na cara do guarda-redes adversário.
Apesar das habituais substituições, o Benfica limitou-se a gerir o resultado que tinha conquistado, podia ter sido bem mais dilatado face à diferença de qualidade expressa em campo e à quantidade de ocasiões. Nota apenas para Coentrão que entrou com a já habitual vontade, mas desta vez não dinamizou o ataque Benfiquista como em outras ocasiões.
Notas de destaque vão para David Luiz, enorme, começo a ter dificuldades em encontrar maneira de definir este jogador!!! É impressionante como está em todo o lado, como corta a bola constantemente com classe e o empenho que mete em cada jogo!!! Uma vez mais, dos melhores em campo, e hoje talvez mesmo o melhor! Muito positivo também Di Maria, quando conseguia estar em jogo era absolutamente avassalador. Ramires não sabe jogar mal, e garante empenho, velocidade na transacção para o ataque e empenho absoluto de inicio a fim. Finalmente uma nota menos positiva novamente para César Peixoto, que depois do Restelo continua sem convencer notando-se a diferença para o resto da equipa. Neste momento aquele lugar tem dono, e é o Shaffer.
Apreciação global do jogo muito positiva, já que poupamos os jogadores que realmente nos permitem fazer a diferença e ainda podemos observar "os novos" a darem boa conta de si; como já referi destaque total para Filipe Menezes, mas tambem bom jogo de Júlio César que não acusou o peso da camisola nem a "tremideira" do primeiro jogo.
Assim sim, temos equipa! e opções válidas como hoje ficou provado. Há quanto tempo não se via um Benfica a ganhar confortavelmente com as primeiras escolhas a descansar? Parabens JJ!
Domingo, uma vez mais, nova romaria até Leiria para ver o Maior Clube do Mundo: EU VOU LÁ ESTAR
FORÇA BENFICA
sexta-feira, 28 de agosto de 2009
SORTEIO EUROPA LEAGUE
Já são conhecidos os adversários do Benfica na fase de Grupos da Europa League.
O Glorioso não teve a sorte do seu lado, tendo calhado num grupo bastante forte. A deslocação a Liverpool para defrontar o Everton não será fácil, no entanto o futebol inglês trás-nos boas recordações até recentes, em particular a cidade em questão.
O AEK, é uma equipa complicada, confesso que nao conheço a fundo o plantel, apenas me recordo de Manduca (ex-Benfica), mas as equipas Gregas são sempre complicadas.
Finalmente temos os Bielorrussos do BATE, à primeira vista desconhecidos, mas que vêm de um ano onde marcaram presença na Champions e onde deixaram muito boa imagem, onde num grupo com Juventus e Real Madrid ainda conseguiram pontuar empatando mesmo com a Juventus.
Ao mesmo tempo que o Benfica pode argumentar alguma falta de sorte, já a Agremiação do Lumiar confirma a sua sorte descarada no que a sorteios diz respeito.
Ficaremos a aguardar pelas declarações do Titã Bento quando a equipa perder os primeiros pontos perante adversários de 3ª e 4ª Linha do Futebol Europeu, ou quiçá, quando a sua equipa for eliminada.
FORÇA BENFICA rumo à conquista da EUROPA LEAGUE!!!
O Glorioso não teve a sorte do seu lado, tendo calhado num grupo bastante forte. A deslocação a Liverpool para defrontar o Everton não será fácil, no entanto o futebol inglês trás-nos boas recordações até recentes, em particular a cidade em questão.
O AEK, é uma equipa complicada, confesso que nao conheço a fundo o plantel, apenas me recordo de Manduca (ex-Benfica), mas as equipas Gregas são sempre complicadas.
Finalmente temos os Bielorrussos do BATE, à primeira vista desconhecidos, mas que vêm de um ano onde marcaram presença na Champions e onde deixaram muito boa imagem, onde num grupo com Juventus e Real Madrid ainda conseguiram pontuar empatando mesmo com a Juventus.
Ao mesmo tempo que o Benfica pode argumentar alguma falta de sorte, já a Agremiação do Lumiar confirma a sua sorte descarada no que a sorteios diz respeito.
Ficaremos a aguardar pelas declarações do Titã Bento quando a equipa perder os primeiros pontos perante adversários de 3ª e 4ª Linha do Futebol Europeu, ou quiçá, quando a sua equipa for eliminada.
FORÇA BENFICA rumo à conquista da EUROPA LEAGUE!!!
Vorskla Poltava - Benfica
Jogo morno, sem grande historia desde o primeiro minuto.
Logo à partida de Lisboa, Jorge Jesus deixou antever, apesar de nunca o ter dito publicamente, que encarava a viagem como um mero compromisso de calendário, o que não deixa de ser uma verdade incontornável. Afinal de contas a vantagem de 4 golos obtida no Estádio da Luz resolvera a eliminatória, sem deixar grande entusiasmo à volta do jogo da segunda mão.
O Benfica aproveita a oportunidade para rodar o plantel e dar algum descanso aos mais utilizados, surgindo Moreira no lugar de Quim. Um quarteto defensivo com Luis Filipe no lado direito, Luisão e Sidnei no eixo e David Luiz na esquerda. No meio-campo o inevitável Javi Garcia a trinco, com Ramires à direita e Coentrão na esquerda, no vértice do losango aparece César Peixoto. O ataque foi entregue a Keirrison e Nuno Gomes.
Na globalidade foi um jogo chato, roçando varias vezes o entediante, muito lento e sem grandes jogadas de interesse. Ainda assim o benfica durante a primeira parte controlou o jogo por completo impondo o tal ritmo "chato" que lhe interessava, e pertencendo-nos as melhores oportunidades, senão mesmo as únicas, já que Moreira foi espectador atento, chamado apenas a intervir com os pés para afastar atrasos da defesa.
Esta toada de jogo durou ate ao intervalo, ficando a clara ideia que se alguém alterasse o marcador seria o Benfica.
A Segunda parte começa com Saviola no lugar de Nuno Gomes, que por sinal passou ao lado do jogo. Infelizmente o jogo mantinha-se nos mesmo moldes e o desinteressa continuava a reinar, até que num contra-ataque os ucranianos conseguem o golo no primeiro remate à baliza. Moreira fica mal na fotografia, falhando a saída ao cruzamento vindo da esquerda e deixando o avançado do Poltava completamente à vontade para fazer o golo da vantagem.
Esperava-se agora uma reacção do Benfica, e sobre tudo esperava-se que o jogo anima-se, mas foi pior a emenda que o soneto! O jogo acelerou, mas a incapacidade do lado do Poltava e a falta de empenho do nosso lado, levaram a que a qualidade do jogo piorasse ainda mais sucedendo-se as perdas de bola e os passes errados de ambas as equipas.
Quando passava a o primeiro quarto de hora desta segunda parte, Saviola cehaga ao empate vendo-se isolado por um mau corte de um defesa contrário, tendo apenas de dominar e bater o guarda-redes adversário.
O jogo assumiu a mesma toada que caracterizou a primeira parte, e assim perdurou até à meia-hora, quando o Poltava consegue um cruzamento do lado direito, que ressalta em Luisão e fica tudo fácil para o extremo esquerdo finalizar sem oposição.
O Benfica parecia satisfeito com o resultado, ou melhor com a qualificação para a fase de grupos da Europa League, e limitou-se a controlar o jogo perante uma equipa que demonstrou todas as suas limitações, o que ainda assim não nos impediu de perder este jogo.
Toda a equipa esteve bastante apagada, com falta de ideias e nem os que poderiam querer mostrar mais alguma coisa o conseguiram fazer. O único que escapou ao marasma geral que se abateu sobre a equipa foi o já habitual David Luiz, que apesar de jogar cada jogo numa diferente posição se afirma como o mais constante e lutador, o único que parece realmente compreender o que significa jogar à Benfica. Apesar de os dois golos aparecerem pelo seu lado em nenhum teve culpa, já que era o único que ainda tentava empurrar a equipa para a frente, criando necessariamente alguns espaços na retaguarda.
Do grupo dos jogadores a quem foi dada a hipótese de ganhar ritmo destaque para César Peixoto, com uma primeira parte muito positiva e muito combativo. Keirrison completamente apagado não confirma a fama que o acompanhava do Brasil, assumindo-se como candidato a desilusão. Luís Filipe, bem Luís Filipe... o que dizer? Mais do mesmo a que nos veio habituando... há mesmo quem defenda que o Benfica lhe devia pagar um extra-ordenado só para não se aproximar do Estádio da Luz em dias de jogo.
Apesar da qualificação para a fase de grupos este jogo deixa-me chateado. Percebo a poupança de jogadores e a rotatividade no plantel, mas os jogadores de uma equipa com a dimensão do Benfica, devem perceber que este resultado é inadmissível. Há uma camisola a defender, um orgulho a manter e um brio a cultivar entre a equipa, afinal de contas estávamos a jogar contra os ucranianos desconhecidos em todo o mundo!!! Já para não falar no facto de termos desperdiçado novamente pontos para o Ranking de Portugal nas competições Europeias que tanto precisamos, é por esta e por outras que este ano nem à pré-eliminatória da Champions fomos.
Espero sinceramente que na Segundo o Nosso Benfica no brinde com um espectáculo bem melhor do que este, seguindo a linha da pré-temporada e do jogo da primeira-mão desta competição.
Apesar de chateado com o resultado de ontem sem duvida EU VOU LÁ ESTAR na Segunda a apoiar o Maior Clube do Mundo.
Força Benfica
sexta-feira, 21 de agosto de 2009
Benfica - Vorskla Poltava
Este jogo teve a capacidade de me fazer viajar no tempo, levando-me a uma época em que ao Benfica saiam em sorteio muitas vezes equipas do Leste Europeu, equipas essas na sua grande maioria completamente desconhecidas ao mais culto conhecedor de futebol.
A historia que todas elas levavam par contar era comum, e regra geral traduzia-se em Goleadas.
Ontem finalmente voltei a rever esse Benfica! E honra seja feita aos Ucranianos que nunca jogaram para o resultado, nem tão-pouco recorreram ao anti-jogo tão popular por estes dias. Vieram sim jogar o jogo pelo jogo criando até alguns entraves durante os primeiros 20 minutos a um Benfica que após o primeiro golo se tornou avassalador.
Grande parte desse domínio pode ser imputado aos suspeitos do costume, que é o mesmo que dizer o Trio Argentino. Estes três prometem muito para esta época, e serão certamente a maior dor de cabeça para os adversários ao longo da época. Esta noite Di Maria foi sem duvida o que mais se destacou, mas a mobilidade de Saviola e o entendimento com Aimar foram determinantes para o resultado que o Benfica alcançou. Mais atrás o destaque vai sem sombra de duvida para dois elementos, por um lado Javi Garcia que cada vez mais se assume como elemento preponderante no meio-campo pelo trabalho quase imperceptível de compensações, dobras e cortes que realiza. Na defesa destaco David Luiz a marcar presença em todo o lado, e ainda com incursões a desequilibrar no ataque... Simplesmente perfeito!
Merecedor de destaque também Shaffer, que apesar de tudo se afirma como titular. Finalmente, uma ultima referência a um jogador que partiu para esta temporada envolto em mistério mas que jogo após jogo se vem afirmado como a nova revelação e dono de um talento imenso: Fábio Coentrão.
Após tão boa exibição do Benfica arrisco a considerar a eliminatória como resolvida, não só pelo resultado conseguido, mas em grande parte pelo futebol consistente e bonito que o Jorge Jesus conseguiu implementar, não se ficando apenas pelas promessas de pré-época a que nos vinhamos habituando nos últimos anos.
A historia que todas elas levavam par contar era comum, e regra geral traduzia-se em Goleadas.
Ontem finalmente voltei a rever esse Benfica! E honra seja feita aos Ucranianos que nunca jogaram para o resultado, nem tão-pouco recorreram ao anti-jogo tão popular por estes dias. Vieram sim jogar o jogo pelo jogo criando até alguns entraves durante os primeiros 20 minutos a um Benfica que após o primeiro golo se tornou avassalador.
Grande parte desse domínio pode ser imputado aos suspeitos do costume, que é o mesmo que dizer o Trio Argentino. Estes três prometem muito para esta época, e serão certamente a maior dor de cabeça para os adversários ao longo da época. Esta noite Di Maria foi sem duvida o que mais se destacou, mas a mobilidade de Saviola e o entendimento com Aimar foram determinantes para o resultado que o Benfica alcançou. Mais atrás o destaque vai sem sombra de duvida para dois elementos, por um lado Javi Garcia que cada vez mais se assume como elemento preponderante no meio-campo pelo trabalho quase imperceptível de compensações, dobras e cortes que realiza. Na defesa destaco David Luiz a marcar presença em todo o lado, e ainda com incursões a desequilibrar no ataque... Simplesmente perfeito!
Merecedor de destaque também Shaffer, que apesar de tudo se afirma como titular. Finalmente, uma ultima referência a um jogador que partiu para esta temporada envolto em mistério mas que jogo após jogo se vem afirmado como a nova revelação e dono de um talento imenso: Fábio Coentrão.
Após tão boa exibição do Benfica arrisco a considerar a eliminatória como resolvida, não só pelo resultado conseguido, mas em grande parte pelo futebol consistente e bonito que o Jorge Jesus conseguiu implementar, não se ficando apenas pelas promessas de pré-época a que nos vinhamos habituando nos últimos anos.
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